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2.6.14
(...)
4am knows all my secrets
Stay longer than anyone ever did. Hold my trembling hands when I collapse on the floor crying, because baby, I will. Accept the mess that you still don't know that I am. Tell me my ribs are cages because my heart turned out to be a little wild creature. Build me up. And I promise. I promise you I will kiss your sadness away, until our lips burn and our faces hurt and there is no room left on your body for a different kind of pain. I will keep your demons entertained. I will not rest until you breathe happiness. I will steal galaxies from the gods to plant stars on your garden, because flowers die too quickly, and you deserve better than that. Stay a little longer, and if you ever need a light to lit your cigarette, I will set myself on fire.
29.5.14
(...)
pensamentos
#71
Se as linhas das nossas histórias tivessem sido escritas linearmente, provavelmente decorreriam certas e regulares, paralelas numa mesma realidade. Se as linhas das nossas histórias não fossem imperfeitas, enviesadas e conturbadas, nunca se teriam cruzado. E o que estaríamos a perder, meu amor, se esta história fosse reescrita.
Se as linhas das nossas histórias tivessem sido escritas linearmente, provavelmente decorreriam certas e regulares, paralelas numa mesma realidade. Se as linhas das nossas histórias não fossem imperfeitas, enviesadas e conturbadas, nunca se teriam cruzado. E o que estaríamos a perder, meu amor, se esta história fosse reescrita.
28.5.14
21.31
Tem dias que o peso do mundo se encosta a mim e faz com que a melancolia da falta se me instale nos pulmões, fazendo-me respirar saudade. Saudade - da poesia desalinhada dos teus dedos e do mel que te estancia debaixo da língua e me adoça os dias com palavras simples e beijinhos frescos. Da quietude terapêutica da tua presença. Encontrar-te foi como tropeçar nos degraus da casa perfeita, depois de passar tanto tempo a dormir à chuva. Estou em casa. Mas hoje, hoje o mundo dói um bocadinho e tenho saudades da tua voz. Hoje é um dos dias em que te perco para o dever. Demoras-te por lá, mas voltas sempre. E quando quiseres, vem. Vem sempre que quiseres, que eu quero-te sempre. E traz contigo essa tua inconsciência de ser que é quimicamente composta por paciência e carbono em quantidades astronómicas e que me sabe pela vida.
Tem dias que o peso do mundo se encosta a mim e faz com que a melancolia da falta se me instale nos pulmões, fazendo-me respirar saudade. Saudade - da poesia desalinhada dos teus dedos e do mel que te estancia debaixo da língua e me adoça os dias com palavras simples e beijinhos frescos. Da quietude terapêutica da tua presença. Encontrar-te foi como tropeçar nos degraus da casa perfeita, depois de passar tanto tempo a dormir à chuva. Estou em casa. Mas hoje, hoje o mundo dói um bocadinho e tenho saudades da tua voz. Hoje é um dos dias em que te perco para o dever. Demoras-te por lá, mas voltas sempre. E quando quiseres, vem. Vem sempre que quiseres, que eu quero-te sempre. E traz contigo essa tua inconsciência de ser que é quimicamente composta por paciência e carbono em quantidades astronómicas e que me sabe pela vida.
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