6.11.13

A ti que vieste de passagem:

Eu sei que nada foi premeditado. Que o peso da culpa é repartido. Mas deixa-me ser egoísta desta vez. Deixa-me ser criança porque eu não sei ser adulta agora, não sei fingir que não dói. Dói tanto. Deixa-me sentir raiva de ti. E de mim. E do mundo. E não leves a mal se te odiar por um bocadinho, ainda que goste tanto de ti. Eu preciso disto agora. De pensar só em mim e no que me faz bem. As palavras estão gastas e são inúteis.

E afinal, já não tenho mais nada para te dizer.

5.11.13

9.06 p.m

Your door has been closed for quite long now.
And I didn't realize it until I was left outside in the rain.

2.11.13



(ando com o coração tão pequenino que se o perder, talvez não o encontre mais)