12.4.11

#45

É-me estranho, este gostar. Não é aquele a que estou habituada, não é aquele que me convinha. Mas talvez seja por isso que me é tão confortável. Não é quente e por isso não acaba por se tornar frio, não me prende e não me sufoca. É ameno, é calmo. Deixa-me feliz e recorda-me do que é gostar no seu estado mais puro, aquele que ainda não foi manchado pela desilusão, pela culpa ou pelo cansaço do hábito. Faz-me gostar, de facto, não apenas estar habituada a gostar. E pelo menos por enquanto, isso faz-me bem.

Image from Tumblr

9.4.11

Embora eu não consiga perceber de que forma é que estas ilustrações poderão estar ligadas a uma empresa de automóveis, os cartazes publicitários da Mercedes-Benz fascinam-me. São todos extraordinários, mas acho que este é o meu favorito:




Diz o seguinte:


Left Brain
I am the left brain. I am a scientist. A mathematician. I love the familiar. I categorize. I am accurate. Linear. Analytical. Strategic. I am practical. Always in control. A master of words and language. Realistic. I calculate equations and play with numbers. I am order. I am logic. I know exactly who I am.

Right Brain
I am the right brain. I am creativity. A free spirit. I am passion. Yearning. Sensuality. I am the sound of roaring laughter. I am taste. The feeling of sand beneath bare feet. I am movement. Vivid colours. I am the urge to paint on an empty canvas. I am boundless imagination. Art. Poetry. I sense. I feel. I am everything I wanted to be.

8.4.11

Lição #16

Hoje apercebi-me de que não me enquadro na sociedade em que vivo. 
Mas o que me deixou realmente satisfeita foi sentir que não me quero enquadrar.