10.1.11

Felicidade é...

- sentir borboletas no estômago quando se vê "a pessoa"
- passar horas a relaxar no banho
- ter uma lista enorme de coisas para fazer e não fazer nenhuma, tirar o dia para mim
- acordar e perceber que ainda me restam algumas horas para dormir
- ouvir a minha música favorita na rádio, alto e bom som
- sentar-me sozinha na areia numa tarde de inverno a ouvir e ver o mar
- criar
- passar tempo com os amigos e família
- rir sem razão aparente
- comer o meu prato favorito
- chorar com pequenas coisas que me tocam
- ver o meu filme favorito uma e outra vez
- ler frases que outrem escreveu que se adequam perfeitamente à minha situação
- ver uma actuação ao vivo da minha cantora favorita 
- dançar como se ninguém estivesse a ver
- acordar de manhã com uma mensagem especial no telemóvel
- apanhar um dia de sol no meio de um inverno chuvoso
- rever amigos de infância
- ver fotografias antigas e recordar momentos já esquecidos
- sentir que alguém tem confiança suficiente em mim para me confiar um segredo
- receber abraços inesperados
- que me façam uma surpresa só mesmo porque sim, sem ter que ser natal ou o meu aniversário
- saber que alguém tem saudades minhas
- rever os desenhos animados que me tiravam da cama de manhã aos sábados, quando ainda tinha 8 anos
- ouvir alguém dizer o quanto gosta de mim
- encontrar algo que julgava ter perdido
- ler um livro que me transmita uma mensagem
- adormecer a ouvir a chuva lá fora
- ter uma boa conversa
- acordar a meio de um sonho agradável, voltar a adormecer e dar-lhe continuidade
- receber beijinhos da minha gata no nariz
- comer chocolate


Happiness from Weheartit

9.1.11

#33

Afinal, o tempo acabou por derrotar o que eu um dia julguei eterno e imutável. 
E penso que o que me custa mais ainda é ter a noção de tudo o que um dia já fomos e do nada que hoje somos.
E não me refiro de todo aos tempos mais remotos, refiro-me à amizade que tínhamos entre mãos nem há um ano atrás, aquela que se baseava muito em conversas estúpidas, depressivas, tardias, constantes, sinceras, desnecessárias, ridículas e sérias, por vezes difíceis, sem pés nem cabeça onde falávamos de tudo e mais alguma coisa e era tão notável a cumplicidade e o elevado nível de compreensão mútua, conversas essas que conduziam, regra geral, àquelas discussões que não duravam mais do que dez minutos e costumavam aziar-me e irritar-te. 
Aquelas que eram tão nossas e nos tornavam tão nós.
Agora nós resumimos-nos a uma conversa sem o mínimo interesse, pelo menos do meu ponto de vista, quando calha e se calhar.
Enfim, acho que isto não passa de um "tenho saudades"... mas não de ti, de nós.

ps - esta música é LINDA :)

just so you know, i basically think that i sort of can't imagine my life without you anymore, sis (: